felipe.oliveira Archive

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O Majestoso que não teve só a arbitragem como protagonista

Entra ano e sai ano nada muda. Infelizmente, após uma semana polêmica, dada a possibilidade de árbitro de vídeo na 25a rodada, a arbitragem não teve o auxílio e acabou, novamente, sendo protagonista. Desta vez, do intenso Majestoso entre São Paulo e Corinthians, ontem, no Morumbi. Logo

Meu grande amigo

Confesso que após voltar do feriado não senti falta do futebol, meu grande amigo. Me senti mal por isso. Talvez minha viagem tenha sido muito boa, capaz de me desconectar por dias de uma paixão que fez eu escolher uma profissão. Talvez ingressar nessa profissão, de modo

Somos todos antis. Somos todos futebol

Ontem, lembrei de 2012. Ano ruim. Fora o mito do fim do mundo que fracassou, meu mundo caiu quando o meu verde desbotou de volta à Série B, após breve período de alegria. Mais ainda, quando meu rival sorriu demais na América que já foi minha e,

No Palmeiras de hoje Valdívia não cabe mais

Já tentei escrever sobre o Valdívia inúmeras vezes. Procurava caprichar. Na busca incessante por palavras bonitas, analogias diferentes, caia sempre na vala comum e não conseguia sair do óbvio quando a pauta era o chileno. Acredito que tenho uns 3 textos à respeito do camisa 10 alviverde

A crise do futebol brasileiro é a crise do seu time

Virou o ano e o meu favorito à conquista da Libertadores era o São Paulo. Vice-campeão brasileiro, elenco forte, reforçado – de acordo com a ótica da diretoria, é bom lembrar -, renovação do M1to Rogério Ceni, etc. Definitivamente, o torcedor encontrava motivos reais para estar empolgado.

O libertador

A temporada, enfim, começou. Não só para o corintiano, mas para o brasileiro. Confesso: fiquei ansioso pelo jogo do Corinthians. Não pelo adversário colombiano, que seria fraco demais diante do “cascudo” time alvinegro, como, de fato, foi. Estava é com saudades da Libertadores. Em 2015 “estarei mais uma

O dia em que Riquelme me fez chorar

Quando comecei acompanhar futebol e, principalmente, entendê-lo, peguei uma fase que meu time travou batalhas históricas contra o Boca Juniors. Como por exemplo, em 2000, na final da Libertadores da América. Só o fato de sonhar com o Bi já me deixava eufórico. Para minha tristeza, não

A era dos renegados

Antigamente, a montagem de um elenco de futebol passava pelo crivo de contar sempre com jogadores de nome. Mas, recentemente, isso não é mais sinônimo de sucesso por aqui. Não sei se posso chamar de moda, mas o fato é que a maioria dos clubes grandes do