Aidar, o Hitler tricolor, e Valdivia, o anti-herói alviverde

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Em nosso podcast desta semana, Gabriel Lima, que apresenta o programa, alertou que o São Paulo sentia falta de pessoas como o ex-gerente de futebol do clube Marco Aurélio Cunha e, até mesmo, do criticado ex-presidente Juvenal Juvêncio. Confesso que não sabia o que era pior. Até agora.

Segundo a ESPN Brasil, uma sócio-torcedora foi banida do programa são-paulino após críticas ao presidente. Atitude de fascista, de fazer inveja a Hitler. Democracia? Liberdade de expressão? No São Paulo, não!

Não sabendo que a situação poderia piorar, li a notícia veiculada pelo blog do jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, de que o ditador tricolor havia imitado a atitude de Andrés Sanchez, candidato a deputado federal por São Paulo, e deixou de pagar impostos para fazer caixa. Além de contrariar a tradição são-paulina de bom pagador de tributos, a atitude gerou um rombo de R$ 30 milhões. A vida do torcedor não será fácil e tende a se agravar, uma vez que Valdivia interessa ao clube. No último domingo, o jogador teria sido oferecido à diretoria tricolor e aprovado pelo técnico Juan Carlos Osório, motivado pelo bom desempenho do chileno na Copa América. Ah, se o treinador colombiano acompanhasse a carreira do jogador….

Caso a negociação se concretize, tem tudo para ser uma mais contratação bizarra do São Paulo envolvendo um ex-palmeirense, já que o volante Wesley, que chegou ao Morumbi no início do ano, ainda não mostrou a que veio. Para o palmeirense, isso é ótimo: verá um elenco rival rachar, pois Valdivia não é barato e há dívidas por lá, além da péssima relação entre o chileno e Rogério Ceni. Por fim, isso acabaria de uma vez com o status de ídolo perante os torcedores alviverdes, cargo que Valdivia nunca mereceu.